

O detetive Sherlock Holmes e seu fiel parceiro John Watson envolvem-se em uma batalha contra o crime na Inglaterra, utilizando suas habilidades físicas e mentais.

Burke Ryan (Aaron Eckhart) é um escritor viúvo, autor de um livro sobre como lidar com as perdas. Seu trabalho logo se torna um best seller, o que o torna uma espécie de guru da auto-ajuda. Em uma viagem a negócios para Seattle, ele conhece Eloise Chandler (Jennifer Aniston) e por ela se apaixona. Só que, ao assistir o seminário de Burke, ela percebe que na verdade ele ainda não conseguiu superar a morte da esposa.

Pago para viajar pelos Estados Unidos despedindo funcionários de empresas
em crise, Ryan Bingham sempre se contentou com um estilo de vida desapegado, passado em meio a aeroportos, hotéis e carros alugados. Ele consegue carregar tudo o que precisa em uma mala de mão, é membro de elite de todos os programas de fidelidade existentes e está próximo de atingir 10 milhões de milhas voadas.
Mas quando o chefe de Ryan, inspirado por uma eficiente e novata funcionária, ameaça mantê-lo permanentemente na sede da empresa, ele se vê entre a perspectiva – ao mesmo tempo aterrorizante e agradável – de ficar em terra firme, contemplando o que realmente pode significar ter um lar.



Algumas vezes não é necessário muito para se ter um bom filme. Personagens do cotidiano em situações que primam pelo comum, com uma leve pitadinha do extraordinário, por vezes bastam para encantar e emocionar uma plateia. É o caso de “Sempre ao Seu Lado”, que se não irá revolucionar o modo como vemos a sétima arte, causa mais impacto junto ao público que muitos blockbusters por aí.
Quebrando um certo paradigma de que remakes não fazem bons filmes, este longa é a refilmagem de uma película japonesa de 1987 intitulada “Hachiko Monogatari”, a qual, confesso, não assisti e que foi baseada em uma história real, que ocorrera no Japão da década de 1920. Já a história desta versão ocidental se passa nos Estados unidos durante os anos 1990. Certo dia, em uma estação de trem, uma gaiolinha que continha um filhote da raça de cães japonesa akita acaba caindo e libertando o seu habitante, que é encontrado (ou encontra) pelo professor de música Parker (Richard Gere).






