quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Um Beijo Roubado


Uma mulher (Jones) quer resolver sua questões interiores sobre o amor e para isso decide embarcar numa jornada através da América. No meio do caminho, no entanto, ela vai encontrando uma série de personagens incomuns.


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No Vale das Sombras


Um jovem desaparece em seu 1º final de semana após retornar do Iraque, sendo considerado foragido pelo exército. Seu pai parte em sua busca, tendo o auxílio de uma detetive que trabalha na última jurisdição em que ele foi visto. Dirigido por Paul Haggis (Crash - No Limite) e com Tommy Lee Jones, Charlize Theron, Susan Sarandon, Jason Patric e James Franco no elenco. Recebeu uma indicação ao Oscar.


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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Um Jogo de Vida ou Morte


Numa cidade do interior, o veterano escritor Andrew Wyke (Caine) enfrenta o jovem ator Milo Tindle (Law) que conquistou sua esposa. Ambos se aliam num golpe aparentemente perfeito, mas o que se vê é um tentando passar a perna no outro. Refilmagem de "Jogo Mortal", feito em 1972 por Joseph L. Mankiewicz.

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Onde os Fracos Não Têm Vez


Texas, década de 80. Um traficante de drogas é encontrado no deserto por um caçador pouco esperto, Llewelyn Moss (Josh Brolin), que pega uma valise cheia de dinheiro mesmo sabendo que em breve alguém irá procurá-lo devido a isso. Logo Anton Chigurh (Javier Bardem), um assassino psicótico sem senso de humor e piedade, é enviado em seu encalço. Porém para alcançar Moss ele precisará passar pelo xerife local, Ed Tom Bell (Tommy Lee Jones).


critica



Longos planos abertos. Muita poeira e muito silêncio na vastidão árida do Texas. Uma mala cheia de dinheiro, um homem comum, um punhado de criminosos e altas doses de sarcasmo e cinismo. Estão alinhavados os elementos básicos ideais para o novo filme escrito e dirigido pelos sempre criativos irmãos Ethan e Joel Coen: Onde os Fracos Não Têm Vez.


A ação se passa nos anos 80, momento em que o caladão Llewelyn (Josh Brolin), ao caçar veados em pleno deserto, se depara inadvertidamente com um cenário de guerra: cinco camionetes abandonadas, dispostas quase em círculo, praticamente a mesma formação que as antigas carroças dos pioneiros usavam para se defender dos ataques indígenas. Dentro delas, cadáveres ensangüentados, incontáveis buracos de bala e um carregamento de drogas. Há apenas um sobrevivente, agonizante. Astuto, Llewelyn liga os pontos e logo chega ao fator decisivo que desencadeou todo aquele massacre: uma mala entupida de dólares. Achado não é roubado. Porém, o pacato cidadão tem sérios problemas para manter o dinheiro em seu poder, já que a mala também está sendo procurada por Chiguhr (Javier Bardem), um psicopata completamente enlouquecido que mata suas vítimas com uma potente arma de ar comprimido. No meio deste jogo mortal de gato e rato está a figura enigmática do xerife Bell (Tommy Lee Jones), um homem calejado que parece já ter visto de tudo na vida. A simples leitura desta sinopse remete a vários outros filmes já realizados pelo cinema, com maior ou menor grau de competência. O clichê do homem comum que encontra uma grande quantidade de dinheiro e é caçado por isso pode ser visto tanto em Um Plano Simples, de Sam Raimi, como em O Homem que Copiava, de Jorge Furtado, entre tantos outros. O diferencial de Onde os Fracos Não Têm Vez não está no conteúdo, mas na forma pela qual a história é (re)contada. Mais uma vez, os Coen recriam um universo de tipos impagáveis, personagens fascinantes que trafegam livremente pela finíssima linha que divide a lei da marginalidade, vida da morte, o sucesso absoluto do ostracismo total. E sempre com a marca registrada dos irmãos, o cinismo. Com estética de faroeste, o filme flutua com desenvoltura tanto pelo drama sanguinário como pela comédia sarcástica. Seu ritmo é contemplativo, sem pressa e - raridade hoje em dia – quase nunca se recorre à trilha sonora. E os diálogos são fascinantes. Estranha-se, inclusive, que um trabalho com tão poucas concessões comerciais tenha sido indicado para tantos prêmios Oscar (oito), que sabidamente prefere a indústria em detrimento da arte cinematográfica. O mesmo estranhamento causado pelo também ótimo Sangue Negro. Melhor para a Academia, que assim dá um passo no sentido de se redimir de tantos equívocos históricos que tem cometido nas últimas décadas. De qualquer maneira, Onde os Fracos Não Têm Vez é um filme para quem gosta muito mais de cinema do que de Oscar.




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Jogos do Poder


Baseado no livro do jornalista George Crile, o longa mostra a história de um trio (Julia Roberts, Tom Hanks e Philip Seymour Hoffman) encarregado de realizar operações secretas por todo o mundo. Hanks vive o congressista democrata Charlie Wilson, que une forças junto a um agente descrente da CIA Gust Avrakotos (Hoffman) e a uma mulher da alta sociedade de Houston Joanne Herring (Julia). Juntos, Charlie, Gust e Joanne formam alianças em nome dos EUA com o Paquistão, Israel e Egito, ao mesmo tempo em que financiam os rebeldes afegãos em sua luta contra a União Soviética. Esses esforços contribuirão para a queda desse regime e a colocar um fim à Guerra Fria. "Jogos do Poder", em seu final de semana de estréia nos Estados Unidos, arrecadou US$ 9,6 milhões, ficando em quarto lugar. Curiosidades: O filme sofreu mudanças no script. O roteiro do longa teve algumas partes reescritas porque Joanne Herring, de 78 anos, interpretada na história por Julia Roberts, as revindicou. O longa conta sobre os papéis do ex-senador Charlie Wilson - interpretado por Hanks - e de sua ex-noiva Joanne Herring - a reclamante - em ajudar o Afeganistão no conflito com a União Soviética na década de 80. Joanne se sentiu ofendida porque o roteiro os culpou pelos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001. O primeiro script dizia que as armas vendidas por eles ao exército afegão teriam sido as usadas no atentado da rede terrorista Al Qaeda, de Osama Bin Laden. Na première de "Jogos do Poder", a senhora de 78 anos, se sentiu vitoriosa com as mudanças finais.


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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

O SUSPEITO


Ao descobrir que seu marido simplesmente desapareceu de um vôo em direção aos Estados Unidos, Isabella El-Ibrahim começa uma desesperada luta para descobrir seu paradeiro. A drama fica mais complicada quando um observador da CIA começa a presenciar um método não-ortodoxo de interrogatório e tortura. Tudo isso, pois, de acordo com a lei Extreme Rendition, um suspeito de terrorismo pode ser levado para seu país de origem e lá ser interrogado por autoridades norte-americanas.


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Desejo e Reparação


Em 1935, no dia mais quente do ano na Inglaterra, Briony Talles (Romola Garai) e sua família se reúnem num fim de semana na mansão familiar. O momento político é de tensão, por conta da 2ª Guerra Mundial. Em meio ao calor opressivo emergem antigos ressentimentos familiares. Cinco anos antes, Briony, então aos 13 anos, usa sua imaginação de escritora principiante para acusar Robbie Turner (James McAvoy), o filho do caseiro e amante da sua irmã mais velha Cecília (Keira Knightley), de um crime que ele não cometeu. A acusação na época destruiu o amor da irmã e alterou de forma dramática várias vidas.


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Juno


Juno MacGuff (Ellen Page) é uma adolescente que engravida de maneira inesperada de seu colega de classe Bleeker (Michael Cera). Com a ajuda de sua melhor amiga, Leah (Olivia Thirlby), e o apio de seus pais, Juno conhece um casal que está disposto a adotar seu filho, que ainda nem nasceu. A joven atriz canadense Ellen Page, que está chamando a atenção de Hollywood, por seu trabalho no filme independente "Juno", onde atua com a atriz Jennifer Garner, comentou que se encantou em atuar neste longa-metragem, embora tenha sofrido um pouco durante as filmagens. "A roupa que tinha de usar, com uma barriga de grávida, era pesada, incômoda e me fazia suar muito na barriga. Acho que emagreci alguns quilos, era demais", comentou. O Festival de Cinema de Roma deu o prêmio Marco Aurélio de melhor filme para "Juno", do diretor canadense Jason Reitman. Bem recebido pela crítica, "Juno" é protagonizado pela atriz canadense Ellen Page e conta a história de uma jovem de 16 anos do estado americano de Minnesota que tem uma gravidez não planejada. Segundo o júri presidido pelo roteirista e cineasta bósnio Danis Tanovic, o longa-metragem foi premiado por apresentar a história "de maneira convincente e com algumas pinceladas de humor".


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Elizabeth: A Era de Ouro


A rainha Elizabeth I é mais uma vez apresentada nas telas, mas dessa vez ela reaparece após uma passagem de tempo de cerca de quinze anos após o filme "Elizabeth". Realizado pelos mesmos produtores, esse novo trabalho deve ser centralizado no relacionamento de sua majestade e a rainha da Escócia, Mary, interpretada por Samantha Morton ("O Libertino"); o início da falada guerra contra a Espanha e o confuso e turbulento relacionamento da monarca com Sir Walter Raleigh (Clive Owen, de "Closer - Perto Demais"). Nas palavras do diretor Shekhar Kapur (que também dirigiu Blanchett em "Elizabeth"), o longa-metragem “é sobre a batalha entre sua vida como rainha e sua vida pessoal. Termina na destruição da armada espanhola em larga escala”. As gravações do deste projeto foram iniciadas em junho de 2007 e prometem imagens grandiosas, trazendo ainda o respeitado ator Geoffrey Rush ("Shakespeare Apaixonado") de volta ao papel de Sir Francis Walsingham. A superprodução está sendo inteiramente captada na Inglaterra, como ocorreu com a primeira película. Tim Bevan, que assina a produção de filmes bem sucedidos como a franquia "O Diário de Bridget Jones" e "A Intérprete", fecha parceria aqui com Jonathan Cavendish e Eric Fellner ("Orgulho e Preconceito") na direção de produção deste longa-metragem. Dedicando-se a dar continuidade ao primeiro trabalho que narrava a história de uma das rainhas mais controversas da história da Inglaterra, Shekhar Kapur pretende mais uma vez uma estudada versão dessa personalidade.



MATERIA DO FILME


Licença para Casar


Um casal pretende se casar, mas a tradicional igreja da família dela apenas realizará a cerimônia se ambos passarem por um curso de preparação de noivos. Com Robin Williams e Mandy Moore.